sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

A primeira rosa



Não quero ser rosa sem perfume às tuas narinas

Já fui assim para um outro amor um dia
Não quero sê-lo mais uma vez...
Sendo assim te sentencio a não se habituar ao meu perfume!
Que delícia reside no primeiro encontro...
Aspirar com força para deleitar-se com o novo sabor que preenche o ar
"Ah, como são cheirosas as primeiras rosas!"
Nos invadem os pulmões, assim mesmo, sem pedir licença.
De inebriar.
De dar prazer.
De entorpecer.
Meu bem... sabes que te quero tanto...
Não fujas dos meus braços
Não fujas do meu perfume
Sou sempre a primeira rosa
Hei de ser a tua rosa, "até o amor cair doente..."

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